terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Pois é mamães, a discussão é longa e rende opiniões das mais diversas.
Só sei de uma coisa: eu, depois de 3 gestações, me enquadro na foto da direita. Faço sempre exames e estou muito saudável, meu exercício e correr o dia inteiro atrás das minhas meninas, cuido da minha alimentação e posso dizer que tenho muito orgulho da minha "barriguinha". Ela não é sarada, não cabe em uma calça 38, salta pra fora da cintura das calças sim, mas abrigou durante 27 meses meus bens mais preciosos! Minha barriga é perfeita!!!


http://naosouexposicao.wordpress.com/2014/01/17/qual-e-a-desculpa/

domingo, 26 de janeiro de 2014

O dia seguinte...

É gente, como é difícil perder uma pessoa querida... mas temos que levantar e sacudir a poeira, não é mesmo? 
Parece que as crianças tem mais facilidade em lidar com as perdas. A pureza da infância! 
Hoje fomos visitar meus primos e não é nada fácil entrar em uma casa na qual passamos muitos momentos de nossa vida e saber que não encontraremos mais uma pessoa que amamos. 
Mas foi muito bom. 
Conversamos, as crianças brincaram, os priminhos se conheceram e o tempo foi passando. O que antes era vontade de não ir transformou-se em vontade de ficar mais um pouco.
E assim a vida segue seu rumo.

O luto infantil

Olá, queridos! Estive uns dias ausente, passeando com as crianças, deixando que curtissem suas férias. Mas agora estou de volta e quero falar de um tema não muito fácil, mas que acontece na vida de todos nós e de nossos filhos. A morte de um ente querido.


Passamos uns dias na praia e na viagem de volta recebemos a notícia de que nosso tio havia falecido. Ele já não estava bem, tinha tido 2 AVCS e estava na UTI, mas sempre temos esperança de que a pessoa que amamos se recupere e volte ao nosso convívio como se nada tivesse acontecido, não é?

Mas infelizmente o tio faleceu e nessas horas sempre nos perguntamos: como dar a notícia para os pequenos?
Bem, eu sempre fui da opinião que as crianças não devem ser poupadas da realidade da vida. Acho que elas devem crescer sabendo que coisas boas acontecem mas coisas ruins também. Apenas devemos ter sensibilidade para entender que eles tem outra forma de compreender as coisas que acontecem. Se o pai perdeu o emprego ou o avô está doente ou o tio querido morreu, as crianças tem o direito de saber o que está acontecendo e aprender a lidar com seus sentimentos, com suas frustrações. Isso é crescimento.
Perguntei às meninas se queriam ir ao velório, despedir-se do tio, pois nunca mais iriam vê-lo. A  Elisa, que tem 11 anos, foi. A Luisa que tem 7 não quis ir.


Mas andei pesquisando o que os especialistas dizem sobre o assunto.


Como proceder?
Quando ocorre uma morte a informação deve ser dada a criança por uma pessoa que tenha uma história de confiança e envolvimento com ela (o pai, a mãe, um tio(a) próximo, etc.) pois, isto lhe assegura que não está sozinha e que há outras pessoas para lhe proporcionar proteção e cuidados.
A informação deve ser dada em linguagem simples e direta por exemplo, "O vovô/papai/mamãe morreu". É um momento muito difícil e, portanto, pode ser dito entre lágrimas, pois com este gesto a criança vivenciará seu luto junto ao dela. Você estará ensinando a lidar naturalmente com seus sentimentos, quando você não esconde os seus.
Também poderá ser dito nesta situação frases como "Estou muito triste porque o papai/mamãe/vovô morreu", pois você estará ensinando um recurso (a fala) que a criança irá utilizar para sempre para expressar seus sentimentos.
Após contar sobre a morte explique o que acontecerá depois como o funeral e o velório. O funeral permite que as pessoas se juntem e expressem seus sentimentos, é necessário que ela saiba como é para decidir se quer ou não ir. 

A criança terá muitas dúvidas de acordo com a idade e experiência prévia com a morte.

* 0 a 6 anos – não entendem o que a morte é afinal e, podem perguntar quando a pessoa que faleceu irá voltar;
* 6 a 10 anos – começam a compreender que a morte é irreversível, mas acreditam que ocorre somente com pessoas idosas ou com vítimas de acidentes, podem questionar quando uma pessoa relativamente morre
* Após os 10 anos – começam a entender que a morte faz parte da ordem natural das coisas e que as pessoas morrem em idades diferentes e por diversas razões.
 Em geral, o enlutado passa por 5 fases distintas, podendo acontecer com as crianças. São elas:
1. Negação - é uma reação de resistência ao choque e à profunda dor. A pessoa se sente atordoada ou emocionalmente adormecida, o discurso baseia-se em “não, eu não merecia isso”, “porque isto aconteceu?” ou “porque eu não evitei?” “Isto não pode estar acontecendo”. É o início do luto, apego ao que se perdeu e uma tentativa de manter consigo, algumas vezes chega até ver ou ouvir a pessoa perdida. Aqui muitas coisas perdem o sentido, e até as tarefas mais simples são difíceis demais de serem realizadas. É a fase de maior sofrimento.
2. Raiva - acontece a reação, normalmente de revolta: “Como pode Deus (ou a vida, ou o destino) fazer isto comigo?”. Acontece um período de grande agitação e ansiedade pelo que foi perdido. Quem sofre não consegue relaxar ou concentrar-se e o sono é alterado, com possíveis noites insones e o corpo está de prontidão para se defender de qualquer outra possível decepção. Nesse estágio, a raiva pode se voltar tanto para uma entidade superior como também contra qualquer pessoa pelo ocorrido, incluindo a si mesma, médicos e enfermeiros, amigos e familiares que não foram úteis, ou mesmo contra a pessoa(coisa) que perdeu.
3. Barganha – começa uma tentativa desesperada de negociação com a emoção ou com quem acha ser o culpado: “prometo ser uma pessoa melhor se ele voltar”, “subirei as escadas da igreja de joelho”, “preciso de mais tempo para mudar”, “em outro hospital terei novo diagnóstico”.
Outro sentimento comum é a culpa: pensar em tudo que não foi feito ou dito e que poderia evitar. Simplesmente quem sofre não aceita que a perda está acima de qualquer controle. A culpa pode surgir inclusive, depois de sentir alívio pela morte de alguém que sabia sofrer, porque esse é o sentimento que serve como “culpado” nessa fase.
4. Depressão - “Não consigo passar por isto”, “minha família não merece sofrer assim”. O foco principal são as datas comemorativas (aniversário, ano novo etc.), povoadas de fortes lembranças provocando crises de choro, momentos depressivos, e o estado de agitação referido na fase da raiva e barganha é geralmente seguido de períodos de grande tristeza, isolamento e silêncio.Esta mudança súbita de emoções costuma preocupar as pessoas próximas, mas é um estágio essencial para a resolução do luto, pois o enlutado faz uma análise mais franca em tudo que aconteceu e escolhe enfrentar o fato para recomeçar a sua vida.
5. Aceitação - “Ok, não terei de volta, não há sentido em continuar nessa luta”. Com o tempo, as fases são ultrapassadas gradativamente. A depressão chega ao fim e a mente busca novos assuntos. O sentimento de perda nunca desaparecerá por completo, mas sim administrado de forma que seja possível continuar, seguir em frente.A saudade é mais bem administrada, e o sobrevivente sabe que não terá o passado de volta, cabendo-lhe apenas retomar sua vida.
 É imprescindível responder as questões o mais simples e honestamente possível, sem utilizar metáforas. Porque se você diz para uma criança pequena que "O vovô está dormindo para sempre", ela pode passar a ter medo de dormir.
Algumas das reações que a criança pode demonstrar são: inicialmente negar que a morte ocorreu; tornar-se agressiva ou culpar a pessoa que morreu, por deixá-la; pode ficar deprimida ou regredir e começar a chupar o dedo, molhar a cama e agir como um bebê, tornar-se hostil ou pode desejar/temer morrer.
A criança também tem necessidade de enlutar-se para aceitar que essa perda ocorreu e continuar a vida. Por isso deixe que seu filho chore com você e que expresse sua tristeza. Mostre que é permitido falar sobre a pessoa que faleceu, mesmo quando a criança é muito pequena, para falar sobre a morte, ela pode expressar seus sentimentos. O luto é o caminho para uma nova etapa da vida. 
Fonte: Pediatria em Foco


quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Crianças...

Gente, não adianta, criança é criança em qualquer lugar do mundo. Aqui em casa é assim, a Luisa tem uma coleção de brinquedos e passa o dia em volta deles.

http://www.buzzfeed.com/aaronc13/46-fotos-provando-que-onde-quer-que-estejam-no-mu

domingo, 12 de janeiro de 2014

Primeiros passos

Ter um bebê em casa nos traz uma novidade a cada dia. Eles aprendem muito rápido, e é maravilhoso observar seu desenvolvimento, suas descobertas, suas gracinhas. Nossa pequena Maísa é assim, a cada semana uma coisa nova. A imitação de um gesto nosso, uma palavra e agora, começando a ficar em pé sem apoio. E nós, adultos, como bobos observando, filmando, tirando fotos. Mas como se dá este aprendizado? Bem, esta etapa faz parte do desenvolvimento motor da criança, que evolui desde o nascimento até finalmente conseguir andar sozinha. Ao nascer, o bebê não tem força muscular para se sustentar, mas com o passar dos meses vai evoluindo fase a fase. Primeiro com o controle cervical, sustentando a cabecinha, depois consegue ficar sentado com apoio, sem apoio, aprende a virar-se, começa a engatinhar e, finalmente, dar o impulso para ficar de pé, segurando-se. Obviamente, um bebê é diferente do outro e estas etapas podem acontecer em momentos diferentes para cada um. Mas via de regra, acontecem mais ou menos com a mesma idade. Por volta dos 8 meses começam a ficar em pé com apoio, aos 9 dão uns passinhos se apoiando nos móveis, com 11 meses conseguem ficar em pé sem apoio por alguns segundos para a partir daí dar os primeiros passos. Para ter uma ideia de como cada bebê tem seu próprio tempo, nossa Maísa começou a ficar em pé sem apoio esta semana (poucos dias antes de completar 10 meses). A próxima etapa de seu desenvolvimento será dar seus primeiros passinhos segurando-se no que encontrar pela frente, de mãos conosco até se arriscar, por volta de 1 aninho, a andar sozinha. E aí ninguém mais segura... Quer saber mais: http://brasil.babycenter.com/a1500082/marcos-do-desenvolvimento-andar