quinta-feira, 20 de março de 2014

Olá mamães!! Hoje quero comentar sobre a festinha de 1 aninho da minha filhota, Maísa. Não sei quanto a vocês, mas eu A-D-O-R-O planejar a festinha nos mínimos detalhes. Faço isso todos os anos, com todas. E com minha lindinha não seria diferente.
E neste ano resolvi fazer uma comemoração especial, que está super na moda: um piquenique!
Infelizmente, o tempo não colaborou e tivemos que ficar em casa mesmo. Mas o clima de piquenique não mudou. Eu já havia preparado tudo para uma festa ao ar livre, então montei tudo na nossa garagem e estendi toalhas pelo gramado, ficou muito bacana.
A decoração foi toda com flores naturais e bolas de papel de seda, muito fáceis de fazer. Também usei alguns bichinhos que fiz em isopor e E.V.A, que deram um charme todo especial. Borboletas e cataventos completaram o clima de natureza. E as lembrancinhas forma mudinhas de flores, para a criançada aprender desde cedo a cuidar da natureza.
As comidinhas foram um tema a parte: tudo bem saudável, incentivando os pequenos a se alimentarem de forma correta. Eu queria mesmo fugir do lugar comum de salgadinhos, docinhos e refrigerantes. Então montei um cardápio todo feito em casa. Wraps de peito de frango, milho no palito, bolachinhas recheadas, salada de frutas, espetinho de tomate, cereja e queijo, pão de queijo, pizza de sardinha, pop cakes, cupcakes, hamburguinho de salame, suco. A única coisa que não era das mais saudáveis era o bolo. Mas também festa sem bolo não dá, né?? E mesmo assim foi feito em casa, com a ajuda da titia. Tudo com muito carinho e cheio de detalhes para tornar este momento inesquecível.
Vejam as fotos:












quarta-feira, 12 de março de 2014

As 9:11hs do dia 12/03/2013, o Senhor nos confiava mais uma preciosa menina. Quando temos apenas um filho, as vezes pensamos que sera impossível amar outra criança, que aquele único filho já ocupa todo o espaço do nosso coração. Depois, quando nasce o segundo, percebemos que podemos, sim, amar outra criança. E quando temos mais um, vemos como nosso coração é infinito em amor. Cabe 1, 2 3, quantos se quiser. E cada filho que nos nasce, não importa se é o segundo, terceiro, é como se aquele fosse o primeiro outra vez. é reaprender tudo de novo, conhecer, entender, descobrir a alegria e realização naquela nova criatura. Maísa, obrigada por estar conosco e fazer parte das nossas vidas. FELIZ ANIVERSARIO!!

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Há muito o uso de andadores é assunto polêmico. Em alguns países, como o Canadá, seu uso já está proibido desde 2007 e outros países tentam fazer o mesmo.
Adorado por muitas mães, que dizem que o aparelho traz mais independência ao bebê, que elas ficam mais livres para realizar suas tarefas, deixando-os sozinhos (quando justamente deveriam fazer o contrário, uso de andador = atenção redobrada), o andador é alvo de muitas discussões envolvendo sua segurança.
A SBP (Sociedade Brasileira de Pediatria) afirma que seu uso é inútil quando a questão é o desenvolvimento da marcha, prejudicando o desenvolvimento de músculos, atrasando o desenvolvimento motor e que seu uso pode levar à acidentes graves, levando à morte.
Segundo a Academia Americana de Pediatria, dez atendimentos nas emergências para cada mil crianças de até 1 ano são provocados pelo uso do andador a cada ano. Um terço destas ocorrências são de traumas graves.
Um bebê não precisa de independência, ele precisa de cuidado, pois não tem a mínima noção do perigo. Ele precisa, sim, ter o direito de desenvolver a seu tempo, cada uma das etapas psicomotoras de seu desenvolvimento. Firmar a cabecinha, as costinhas, ficar sentado, apoiar-se de quatro, engatinhar, impulsionar para ficar de pé, ficar de pé e dar seus primeiros passos. Em que tempo será isso, só ele sabe. Cada bebê é único, não adianta ficar comparando com o filho da vizinha que aprendeu a andar com 7 meses. Se o seu bebê é saudável, vai chegar o dia em que todas estas coisas vão acontecer, uma a uma. E é lindo de se ver!
Se a mamãe precisa de mais liberdade para realizar suas tarefas, compre um cercadinho, encha de brinquedos seguros e o bebê irá se distrair por um bom tempo. Com segurança.

quarta-feira, 5 de fevereiro de 2014

Hoje gostaria de falar sobre slings, modelos, modo de usar, etc. Mas uma conversa com uma colega me fez mudar o rumo dessa prosa. Vamos falar sobre posições para o bebê dormir. Muitas vezes nós, pais e mães, erramos não por negligência ou descuido, mas por falta de informação, esclarecimento. A mim, como Baby Planner, cabe trazer esta informação.
Afinal, que posição é segura para o bebê dormir?
Durante muito tempo acreditou-se que as posições de lado ou de bruços fossem seguras por evitarem que o bebê aspirasse o leite regurgitado. Hoje sabemos que a posição mais segura é de costas, com a barriguinha para cima.
A Síndrome da Morte Súbita do Lactente, também conhecida como "morte do berço", está relacionada a posição na qual o bebê dorme. Sem explicação e totalmente inesperada, acontece em bebês saudáveis, do nascimento até 1 ano de idade. Nos Estados Unidos, cerca de 2500 bebês morrem ao ano dentro das características da síndrome. A maioria acontece durante o sono, à noite, mas também pode ocorrer no cochilo da tarde. E acontece com bebês que dormem de bruços ou de lado.
Na década de 90, campanhas passaram a orientar as mães a não colocarem seus filhos para dormir nestas posições e desde então a incidência deste tipo de morte caiu em torno de 50%.
Outros fatores como o fumo, o álcool e o uso de drogas durante e depois da gestação também contribuem para a ocorrência da morte súbita. Os casos também são mais frequentes em locais de clima frio. "Segundo o National Institute of Child Health and Human Development, dos EUA, os bebês negros são cerca de duas vezes e meia mais suscetíveis à síndrome do que os brancos. A morte súbita é mais frequente no sexo masculino. Os prematuros - com menos de 37 semanas de gestação -, os recém-nascidos com menos de 2,5 quilos, os gêmeos e irmãos de crianças que tiveram morte súbita também estão entre os que correm mais risco." Fonte Hospital Albert Einstein.
O que fazer para evitar??
Colocar o bebê para dormir de barriga para cima, manter o berço sem brinquedos ou objetos que possam cobrir seu rostinho, usar um colchão firme, vestir o bebê com roupas leves, prender bem as cobertas de modo que os bracinhos fiquem livres e ele não escorregue para baixo do cobertor, não colocar a criança para dormir na cama com os pais, manter o quarto arejado e livre da fumaça de cigarro e assim que a amamentação estiver estabelecida - por volta do primeiro mês - oferecer a chupeta para o bebê adormecer. Ela serve de estímulo  e é um fator de proteção contra a morte súbita.
Como podem ver, são cuidados simples mas que podem salvar a vida de muitos bebês!
 

segunda-feira, 3 de fevereiro de 2014

Oi, mamães!! Vocês já deixaram os filhotes viajarem sozinhos? Pois é, as meninas estão passando uma semana com a vó em um hotel e estou eu, o maridão e a picorrucha aqui, nesta casa que parece ter aumentado de tamanho.
Desde pequenas elas viajam sozinhas. A Elisa, a mais velha, viaja desde os 3 anos e a Luisa, com 2. Sempre com a vovó. Elas adoram!!! Todos os anos é a mesma coisa, durante uma semana nas férias elas arrumam as malitas e se vão...férias dos pais, rsrsrsrs.
Mas o que os especialistas dizem sobre isto?

Segundo quem entende do assunto, além de bem mais divertido do que ficar em casa nas férias enquanto os pais trabalham, essa experiência pode deixá-los mais maduros, preparados para lidar com as dificuldades da vida. Ficar longe dos pais ajuda a fortalecer a autonomia e a capacidade de fazer escolhas. Começar a exercitar isso em um ambiente controlado, como a casa de parentes ou amigos, é uma forma de liberar aos poucos crianças e adolescentes. 

E é uma boa ideia para os pais começarem a se acostumar com o fato de o filho não ser mais um bebê. Não há idade certa para sair sem os pais, mas a criança vai dar sinais de autonomia e responsabilidade, desde que seja incentivada a ter esse comportamento.
O grande desafio é que nós, pais e mães, não passemos angústia ou ansiedade para nossos filhos. 

Para quem se preocupa com o comportamento dos filhos longe de casa, não tem jeito, temos que confiar na educação passada desde bebê. Não é de um dia para o outro que a criança vai aprender a se comportar. Mas, de forma geral, eles são sempre elogiados na casa dos amigos, pois também querem se socializar, ser bem aceitos, e por isso acabam sendo bem mais educados do que dentro de casa. 

Algumas dicas para quem quer começar a dar "asas" aos filhotes mas ainda não teve coragem:

Libere seu filho: 
Comece aos poucos. Um fim de semana na casa dos avós ou de tios queridos pode servir como teste. É muito importante que você confie na pessoa que vai ficar com seu filho.

Dê autonomia:
Não espere seu filho sair de casa para estimular sua autonomia. Cuidar das próprias coisas é o primeiro passo para quem quer liberdade. 

Eduque: 
Tudo o que seu filho faz em casa vai repetir na rua. Portanto, desde sempre, delegue algumas tarefas, ensine-o a ajudar e não tolere palavrões

Converse:
Se for deixar seu filho viajar com a família de um amigo, converse com os pais da outra criança antes. Tente saber mais sobre o funcionamento da casa

Regras:
Se você não quer que seu filho adolescente tenha contato com bebida alcoólica, certifique-se de que a família do amigo também acha o mesmo

Colabore: 
Aproveite para decidir se seu filho colaborará em dinheiro ou levando algo para a temporada

Oriente:
Lembre seu filho de respeitar as opiniões e diferenças da família que o está acolhendo. Regras de etiqueta e de convivência são sempre bem-vindas

Deixe claro:
O respeito ao funcionamento da outra família deve vir sempre acompanhado dos limites pessoais do seu filho. Ensine-o a como se posicionar para que ele não se coloque em situações de risco

Assegure-se:
Se seu filho tem algum problema de saúde, informe aos anfitriões e mande os remédios necessários. Vale anotar numa caderneta dados como tipo sanguíneo e alergias

Entre em contato:
Ligue ou converse pela internet com seu filho, pelo menos no final do dia, para saber se ele está se adaptando bem 


Fonte: Gazetaonline

terça-feira, 28 de janeiro de 2014

Pois é mamães, a discussão é longa e rende opiniões das mais diversas.
Só sei de uma coisa: eu, depois de 3 gestações, me enquadro na foto da direita. Faço sempre exames e estou muito saudável, meu exercício e correr o dia inteiro atrás das minhas meninas, cuido da minha alimentação e posso dizer que tenho muito orgulho da minha "barriguinha". Ela não é sarada, não cabe em uma calça 38, salta pra fora da cintura das calças sim, mas abrigou durante 27 meses meus bens mais preciosos! Minha barriga é perfeita!!!


http://naosouexposicao.wordpress.com/2014/01/17/qual-e-a-desculpa/

domingo, 26 de janeiro de 2014

O dia seguinte...

É gente, como é difícil perder uma pessoa querida... mas temos que levantar e sacudir a poeira, não é mesmo? 
Parece que as crianças tem mais facilidade em lidar com as perdas. A pureza da infância! 
Hoje fomos visitar meus primos e não é nada fácil entrar em uma casa na qual passamos muitos momentos de nossa vida e saber que não encontraremos mais uma pessoa que amamos. 
Mas foi muito bom. 
Conversamos, as crianças brincaram, os priminhos se conheceram e o tempo foi passando. O que antes era vontade de não ir transformou-se em vontade de ficar mais um pouco.
E assim a vida segue seu rumo.

O luto infantil

Olá, queridos! Estive uns dias ausente, passeando com as crianças, deixando que curtissem suas férias. Mas agora estou de volta e quero falar de um tema não muito fácil, mas que acontece na vida de todos nós e de nossos filhos. A morte de um ente querido.


Passamos uns dias na praia e na viagem de volta recebemos a notícia de que nosso tio havia falecido. Ele já não estava bem, tinha tido 2 AVCS e estava na UTI, mas sempre temos esperança de que a pessoa que amamos se recupere e volte ao nosso convívio como se nada tivesse acontecido, não é?

Mas infelizmente o tio faleceu e nessas horas sempre nos perguntamos: como dar a notícia para os pequenos?
Bem, eu sempre fui da opinião que as crianças não devem ser poupadas da realidade da vida. Acho que elas devem crescer sabendo que coisas boas acontecem mas coisas ruins também. Apenas devemos ter sensibilidade para entender que eles tem outra forma de compreender as coisas que acontecem. Se o pai perdeu o emprego ou o avô está doente ou o tio querido morreu, as crianças tem o direito de saber o que está acontecendo e aprender a lidar com seus sentimentos, com suas frustrações. Isso é crescimento.
Perguntei às meninas se queriam ir ao velório, despedir-se do tio, pois nunca mais iriam vê-lo. A  Elisa, que tem 11 anos, foi. A Luisa que tem 7 não quis ir.


Mas andei pesquisando o que os especialistas dizem sobre o assunto.


Como proceder?
Quando ocorre uma morte a informação deve ser dada a criança por uma pessoa que tenha uma história de confiança e envolvimento com ela (o pai, a mãe, um tio(a) próximo, etc.) pois, isto lhe assegura que não está sozinha e que há outras pessoas para lhe proporcionar proteção e cuidados.
A informação deve ser dada em linguagem simples e direta por exemplo, "O vovô/papai/mamãe morreu". É um momento muito difícil e, portanto, pode ser dito entre lágrimas, pois com este gesto a criança vivenciará seu luto junto ao dela. Você estará ensinando a lidar naturalmente com seus sentimentos, quando você não esconde os seus.
Também poderá ser dito nesta situação frases como "Estou muito triste porque o papai/mamãe/vovô morreu", pois você estará ensinando um recurso (a fala) que a criança irá utilizar para sempre para expressar seus sentimentos.
Após contar sobre a morte explique o que acontecerá depois como o funeral e o velório. O funeral permite que as pessoas se juntem e expressem seus sentimentos, é necessário que ela saiba como é para decidir se quer ou não ir. 

A criança terá muitas dúvidas de acordo com a idade e experiência prévia com a morte.

* 0 a 6 anos – não entendem o que a morte é afinal e, podem perguntar quando a pessoa que faleceu irá voltar;
* 6 a 10 anos – começam a compreender que a morte é irreversível, mas acreditam que ocorre somente com pessoas idosas ou com vítimas de acidentes, podem questionar quando uma pessoa relativamente morre
* Após os 10 anos – começam a entender que a morte faz parte da ordem natural das coisas e que as pessoas morrem em idades diferentes e por diversas razões.
 Em geral, o enlutado passa por 5 fases distintas, podendo acontecer com as crianças. São elas:
1. Negação - é uma reação de resistência ao choque e à profunda dor. A pessoa se sente atordoada ou emocionalmente adormecida, o discurso baseia-se em “não, eu não merecia isso”, “porque isto aconteceu?” ou “porque eu não evitei?” “Isto não pode estar acontecendo”. É o início do luto, apego ao que se perdeu e uma tentativa de manter consigo, algumas vezes chega até ver ou ouvir a pessoa perdida. Aqui muitas coisas perdem o sentido, e até as tarefas mais simples são difíceis demais de serem realizadas. É a fase de maior sofrimento.
2. Raiva - acontece a reação, normalmente de revolta: “Como pode Deus (ou a vida, ou o destino) fazer isto comigo?”. Acontece um período de grande agitação e ansiedade pelo que foi perdido. Quem sofre não consegue relaxar ou concentrar-se e o sono é alterado, com possíveis noites insones e o corpo está de prontidão para se defender de qualquer outra possível decepção. Nesse estágio, a raiva pode se voltar tanto para uma entidade superior como também contra qualquer pessoa pelo ocorrido, incluindo a si mesma, médicos e enfermeiros, amigos e familiares que não foram úteis, ou mesmo contra a pessoa(coisa) que perdeu.
3. Barganha – começa uma tentativa desesperada de negociação com a emoção ou com quem acha ser o culpado: “prometo ser uma pessoa melhor se ele voltar”, “subirei as escadas da igreja de joelho”, “preciso de mais tempo para mudar”, “em outro hospital terei novo diagnóstico”.
Outro sentimento comum é a culpa: pensar em tudo que não foi feito ou dito e que poderia evitar. Simplesmente quem sofre não aceita que a perda está acima de qualquer controle. A culpa pode surgir inclusive, depois de sentir alívio pela morte de alguém que sabia sofrer, porque esse é o sentimento que serve como “culpado” nessa fase.
4. Depressão - “Não consigo passar por isto”, “minha família não merece sofrer assim”. O foco principal são as datas comemorativas (aniversário, ano novo etc.), povoadas de fortes lembranças provocando crises de choro, momentos depressivos, e o estado de agitação referido na fase da raiva e barganha é geralmente seguido de períodos de grande tristeza, isolamento e silêncio.Esta mudança súbita de emoções costuma preocupar as pessoas próximas, mas é um estágio essencial para a resolução do luto, pois o enlutado faz uma análise mais franca em tudo que aconteceu e escolhe enfrentar o fato para recomeçar a sua vida.
5. Aceitação - “Ok, não terei de volta, não há sentido em continuar nessa luta”. Com o tempo, as fases são ultrapassadas gradativamente. A depressão chega ao fim e a mente busca novos assuntos. O sentimento de perda nunca desaparecerá por completo, mas sim administrado de forma que seja possível continuar, seguir em frente.A saudade é mais bem administrada, e o sobrevivente sabe que não terá o passado de volta, cabendo-lhe apenas retomar sua vida.
 É imprescindível responder as questões o mais simples e honestamente possível, sem utilizar metáforas. Porque se você diz para uma criança pequena que "O vovô está dormindo para sempre", ela pode passar a ter medo de dormir.
Algumas das reações que a criança pode demonstrar são: inicialmente negar que a morte ocorreu; tornar-se agressiva ou culpar a pessoa que morreu, por deixá-la; pode ficar deprimida ou regredir e começar a chupar o dedo, molhar a cama e agir como um bebê, tornar-se hostil ou pode desejar/temer morrer.
A criança também tem necessidade de enlutar-se para aceitar que essa perda ocorreu e continuar a vida. Por isso deixe que seu filho chore com você e que expresse sua tristeza. Mostre que é permitido falar sobre a pessoa que faleceu, mesmo quando a criança é muito pequena, para falar sobre a morte, ela pode expressar seus sentimentos. O luto é o caminho para uma nova etapa da vida. 
Fonte: Pediatria em Foco


quinta-feira, 16 de janeiro de 2014

Crianças...

Gente, não adianta, criança é criança em qualquer lugar do mundo. Aqui em casa é assim, a Luisa tem uma coleção de brinquedos e passa o dia em volta deles.

http://www.buzzfeed.com/aaronc13/46-fotos-provando-que-onde-quer-que-estejam-no-mu

domingo, 12 de janeiro de 2014

Primeiros passos

Ter um bebê em casa nos traz uma novidade a cada dia. Eles aprendem muito rápido, e é maravilhoso observar seu desenvolvimento, suas descobertas, suas gracinhas. Nossa pequena Maísa é assim, a cada semana uma coisa nova. A imitação de um gesto nosso, uma palavra e agora, começando a ficar em pé sem apoio. E nós, adultos, como bobos observando, filmando, tirando fotos. Mas como se dá este aprendizado? Bem, esta etapa faz parte do desenvolvimento motor da criança, que evolui desde o nascimento até finalmente conseguir andar sozinha. Ao nascer, o bebê não tem força muscular para se sustentar, mas com o passar dos meses vai evoluindo fase a fase. Primeiro com o controle cervical, sustentando a cabecinha, depois consegue ficar sentado com apoio, sem apoio, aprende a virar-se, começa a engatinhar e, finalmente, dar o impulso para ficar de pé, segurando-se. Obviamente, um bebê é diferente do outro e estas etapas podem acontecer em momentos diferentes para cada um. Mas via de regra, acontecem mais ou menos com a mesma idade. Por volta dos 8 meses começam a ficar em pé com apoio, aos 9 dão uns passinhos se apoiando nos móveis, com 11 meses conseguem ficar em pé sem apoio por alguns segundos para a partir daí dar os primeiros passos. Para ter uma ideia de como cada bebê tem seu próprio tempo, nossa Maísa começou a ficar em pé sem apoio esta semana (poucos dias antes de completar 10 meses). A próxima etapa de seu desenvolvimento será dar seus primeiros passinhos segurando-se no que encontrar pela frente, de mãos conosco até se arriscar, por volta de 1 aninho, a andar sozinha. E aí ninguém mais segura... Quer saber mais: http://brasil.babycenter.com/a1500082/marcos-do-desenvolvimento-andar